terça-feira, 19 de novembro de 2013

"Cavalo de Lata", o projeto que quer substituir animais de verdade por um veículo sustentável

 Preocupados com as condições dos cavalos e com a segurança no trânsito, o inventor Jason Duani Vargas criou o "Cavalo de Lata", que é um projeto que tem a ideia de substituir as carroças movidas por animais por uma estrutura metalica com carroceria.

O "Cavalo de Lata" funciona de forma híbrida, tanto funciona no pedal quanto no motor elétrico que é movido a baterias de 48 volts, capazes de durar até 40 quilômetros.

O veículo tem suspensão, banco com dois lugares, volante, iluminação completa, faixas reflexivas e segue as medidas estabelecidas pelo Departamento Nacional de Trânsito, assim como a gaiola de proteção para o motorista. E as peças utilizadas para fazer o "Cavalo de Lata" foram retiradas de motocicletas, em oficinas. O protótipo consegue chegar a 25 quilômetros por hora e consegue carregas 400 quilos de resíduos de uma só vez.

O veículo ainda está em fase de testes em Santa Cruz do Sul, na região do Vale do Rio Pardo, no Rio Grande do Sul, sem previsão de venda. De acordo com o inventor, a ideia é substituir os carrinhos manuais da cooperativa de catadores. A ideia foi criada para conceder conforto, qualidade e segurança a todos os envolvidos: carroceiros, cavalos e a sociedade em geral.

Quem quiser saber mais sobre o "Cavalo de Lata" pode acessar a página do projeto no facebook: https://www.facebook.com/CavaloLata#!/CavaloLata


Container vira escola movida a energia solar na África do Sul

 A Samsung criou uma bela alternativa para solucionar os problemas com o sistema educacional na África, transformou um container em uma escola.

É isso aí, e fez isso de uma forma sustentável: esse container-escola recebe energia solar através de painéis fotovoltaicos colocados no teto.

O projeto, chamado de Solar Powered Internet School, pode gerar eletricidade durante nove horas por dia. E o container, que possui 12 metros, está equipado com notebooks com internet, tablets galaxy, câmeras wi-fi e um sistema de refrigeração.

A escola pode ser transportada por caminhões para qualquer ponto do país e comporta 21 pessoas. O primeiro container-escola foi instalado em Phomolong, uma zona rural de Joanesburgo (África do Sul) que não tem acesso a eletricidade. O objetivo da empresa é alcançar 5 milhões de pessoas até 2015.

Vilarejo na Índia planta 111 árvores a cada menina nascida


Com uma tradição, um vilarejo na Índia desmente dois fatos amplamente divulgados: a que o crescimento populacional traz apenas ameaças ao meio ambiente e que, na Índia, crianças do sexo feminino são rejeitadas.

Em uma aldeia de Piplantri, no estado de Rajastan, na Índia, as pessoas celebram o nascimento de uma menina plantando 111 árvores frutíferas. Esta tradição única foi iniciada pelo ex-líder da aldeia, Shyam Sundar Paliwal, em homenagem à sua filha, que faleceu em idade jovem.

E além de celebrarem o nascimento das meninas, o futuro delas é assegurado com algumas ações. Para cada menina é depositado em uma conta U$380 e os pais têm o compromisso de depositar U$180 e de serem guardiões responsáveis.

“Fazemos os pais assinarem documentos dizendo que não vão casar as filhas antes da idade legal, que as enviarão regularmente à escola e que elas cuidarão das árvores que foram plantadas em seus nomes.” conta Paliwal

São plantadas também 11 árvores para cada pessoa que morre. E os 8.000 habitantes locais, na prevenção de infestação das plantas por cupins, plantaram em torno delas dois milhões e meio de pés de babosa – o que se tornou uma fonte de subsistência para muitas pessoas.

Nos últimos seis anos, com o aumento da população, os moradores de Piplantri chegaram a plantar quase 250 mil árvores e não houve nenhuma ocorrência policial nos últimos oito anos. Uma ação sustentável pode mudar toda as formas de condições de vida é o que prova a população de Piplantri.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Agora dançar pode gerar energia limpa


A "Ecopista"
 A empresa EcoGreens Soluções Sustentáveis criou a "Ecopista", uma pista de dança sustentável gera energia elétrica apenas com a movimentação de pessoas sobre sua superfície. Quanto mais movimento, maior a interatividade com a pista e mais energia limpa é produzida.

A "Ecopista" foi criada na Holanda e lançada no mercado em 2008 e hoje já possui até customizações, como uma torre para carregar celular, na qual a pessoa carrega o celular com a energia que ela mesmo gerou.
A torre para carregar celulares

Ao final, a energia limpa gerada pela pista pode ser utilizada imediatamente, direcionada para a rede elétrica ou armazenada.

Prédio é transformado em fazenda no Japão

O Grupo Persona, uma agência de empregos do Japão, desenvolve plantios no interior de sua sede. O prédio, que fica no centro financeiro de Tóquio, possui plantações de arroz, frutas e verduras.

A fazenda urbana "Pasona 02" surgiu em 2005 e, desde seu surgimento, são os próprios funcionários que se revezam no cultivo e na colheita.

Jovem cria empresa de ônibus movido a biocombustível

Depois que as autoridades públicas de Detroit cancelaram o projeto urbanístico de transporte na cidade, o empreendedor Andy Didorosi, de 26 anos, criou a Detroit Bus Company, uma frota de ônibus reformados, movidos a biocombustível, que surgiu com o dinheiro arrecadado pela venda de roupas e outros itens.  

Em um ano, a empresa cresceu muito. A companhia conta com itinerários que passam pelos principais pontos da cidade, garantindo aos seus cidadãos uma solução para ir e vir. E, além disso, a companhia oferece serviços para eventos especiais e aluguel privado dos veículos.
     "Quando comecei a empresa, era para ser algo pequeno, algo que a cidade ajudasse a suportar para todos terem acesso. Seis meses depois, temos até sistema de rastreamento nos nossos ônibus. Não posso deixar de pensar que é uma grande vitória", diz o fundador.
Andy Didorosi, o fundador.

Para melhor atender os passageiros, a empresa até implantou um sistema de rastreamento. Por meio de um aplicativo no celular, é possível saber onde o coletivo está e quanto tempo levará para chegar a determinado ponto.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Um cidade totalmente sustentável está sendo erguida



Preocupados com as destruições causadas pela poluição e pela energia nuclear, o Japão agora aposta na produção de energias solar.

As autoridades da cidade de Fujisawa, no Japão, juntamente com nove empresas do setor privado estão trabalhando no planejamento do desenvolvimento de uma cidade inteligente e sustentável, a primeira que será totalmente alimentada por energia solar. O projeto, chamado “Fujisawa Sustainable Smart Town”, foi iniciado em Setembro de 2012 e será concluído em 2014.

O projeto vai utilizar antigos complexos de fábricas da Panasonic, uma das empresas criadoras, para abrigar mil casas, espalhadas por 200 mil metros quadrados, na província de Kanagawa, a cerca de 50 km a oeste de Tóquio. Todas as casas serão equipadas com painel solar nos telhados e armazenarão o excesso em uma bateria. E além das casas, os meios de transporte da cidade serão totalmente compostos totalmente de veículos elétricos.

Com um custo de 742 milhões de dólares, a cidade quer reduzir as suas emissões de gás carbônico em 70% em comparação com os níveis de 1990. A Panasonic espera usar Fujisawa SST como modelo para criação de novas “cidades inteligentes”, tanto no Japão como em outras partes do mundo.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Em Gana, brincadeira de criança gera eletricidade nas escolas



Em Gana, na África Ocidental, muitas cidades não possuem energia elétrica e por isso muitas escolas têm que funcionar à luz do sol ou de velas. Pensando em resolver esse problema, a organização sem fins lucrativos Empower Playgrounds teve a ideia de instalar brinquedos gira-gira adaptados para armazenar energia elétrica enquanto as crianças brincam

Os gira-giras foram instalados em várias escolas de Gana. E além de serem utilizados como fontes de energia para as escolas, os gira-giras também podem carregar uma série de lanternas de LED que são distribuídas entre as crianças para que elas as levem para casa e estudem depois do anoitecer. 

Estudos feitos pela organização apontam que uma criança saudável entre 8 e 12 anos gera cerca de 150 watts por hora enquanto brinca.

Instalar esse sistema em uma escola custa cerca de US$ 10,000. Ele é capaz de fornecer energia elétrica para 200 crianças por pelo menos cinco anos.
  

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Mexicano cria "chuva sólida" para combater a seca

 

  A ONU afirma que 92% da água doce do planeta é utilizada em plantações, e sem essa água, lavouras e plantações inteiras morrem. Como uma alternativa inovadora, o mexicano Sergio Jesus Rico Velasco criou a “chuva sólida”, que é um produto que tem a capacidade de absorver uma grande quantidade de água e ir liberando no solo aos poucos, ao longo do tempo, mesmo durante a seca.

  A “chuva sólida” é um pó branco constituído por uma substância química chamada poliacrilato de potássio, essa substância foi criada pelo “Departamento de Agricultura nos Estados Unidos” nos anos 1970 e foi utilizada em fraldas absorventes para bebês. E partindo do principio de absorção dessa substância nas fraldas, Velasco teve a ideia de usá-la em outras situações, e foi aí que ele criou e patenteou uma versão da fórmula que pode ser misturada com o solo para armazenar a água. 


O engenheiro vende a "Chuva Sólida" no México há 10 anos, e há pouco tempo o governo mexicano testou o produto e concluiu que a colheita pode ser ampliada em cerca de 300% com a utilização da “Chuva Sólida” nas plantações. Segundo a empresa de Velasco, a “Chuva Sólida” dura até dez anos no solo, sem causar nenhum dano e pode durar ainda mais tempo se for utilizada água pura. Outra afirmação da empresa é que 10 gramas do material é capaz de absorver um litro de água.